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Os Dogmas de Maria

  • Foto do escritor: michelfiorio
    michelfiorio
  • 6 de fev. de 2023
  • 3 min de leitura

Atualizado: 3 de ago. de 2025



Maternidade Divina de Maria


Denominada nos Evangelhos "a Mãe de Jesus" (Jo 2,1;19,25), Maria é aclamada, sob impulso do Espírito Santo, desde antes do nascimento de seu Filho, como "a Mãe de meu Senhor" (Lc 1,43). Com efeito, Aquele que ela concebeu do Espírito Santo como homem e que se tornou verdadeiramente seu Filho segundo a carne, não é outro que o Filho eterno do Pai, a segunda Pessoa da Santíssima Trindade, A Igreja confessa que Maria é verdadeiramente Mãe de Deus (Theotókos - cic 495).


No Concílio de Éfeso em 431, proclamou a Virgem Maria é Santa Mãe de Deus, em combate a heresia de Nestoriano, onde começou a dizer que Maria não era Mãe de Deus, era só Mãe de Jesus homem.


Santo Inácio de Antioquia já dá testemunho deste anexo: "O príncipe deste mundo ignorou a virgindade de Maria e o seu parto, da mesma forma que a morte do Senhor: três mistérios proeminentes que se realizam no silêncio de Deus, Quais são esses mistérios: 1º Maria ficou grávida sendo virgem; 2º Maria deu à luz permanecendo virgem e 3º Jesus morreu na cruz para depois ressuscitar (cic 498).


A Imaculada Conceição


Papa Pio lX - Bula "Inefabilis Deus" - Nós declaramos, decretemos e definimos que a doutrina segundo a qual, por uma graça e privilégio especial de Deus todo-poderoso e em virtude dos méritos de Jesus Cristo, salvador do mundo, a bem aventurada Virgem Maria foi preservada de toda a mancha do pecado original no primeiro instante da sua conceição, foi revelada por Deus e deve, por conseguinte, ser crida firme e constantemente por todos os fiéis.


Para vir a ser Mãe do Salvador, Maria foi adornada por Deus com dons dignos de uma tão grande missão. O anjo Gabriel, no momento da Anunciação, saúda-a como cheia de graça. Efetivamente, para poder dar o assentimento livre da sua fé ao anúncio da sua vocação, era necessário que Ela fosse totalmente movida pela graça de Deus (CIC 490)

Nem se deve tocar na palavra "pecado" em se tratando de Maria; isto em respeito Àquele de quem mereceu ser a Mãe, que a preservou de todo o pecado por sua graça (Santo Agostinho).


Essa mulher é mãe e virgem, não apenas em espírito, mas também em corpo. Em espírito, ela é mãe, não somente de nossa cabeça, que é nosso Salvador - de quem todos, até ela mesma, são chamados filhos do noivo - mas claramente ela é a mãe de todos nós que somos seus membros, porque pelo amor ela cooperou para que os fiéis, que são os membros dessa cabeça, nascessem na Igreja (Santo Agostinho - Santa Virgindade 6:6).

Santa, imaculada de corpo e alma, livre totalmente de todo o contágio (Concílio Ecumênmico de Éfeso - carta de Sofrônio).


Esta Virgem Mãe do unigênito de Deus chama-se Maria, digna de Deus, imaculada das imaculadas, sem par (Orígenes de Alexandria).

Assunção ao Céu


Pelo que, após termos dirigido a Deus repetidas súplicas, e de termos invocado a paz do Espírito de verdade, para a glória de Deus onipotente que a Virgem Maria concebeu a sua especial benevolência, para honra do seu Filho, Rei imortal dos séculos e triunfador do pecado e da morte, para aumento da glória da sua augusta Mãe, e para gozo e júbilo de toda Igreja, com a autoridade de Nosso Senhor Jesus Cristo, dos bem-aventurados apóstolos S. Pedro e S. Paulo, e com a nossa, pronunciamos, declaramos, e definimos ser dogma divinamente revelado que: a Imaculada Mãe de Deus, a sempre Virgem Maria, terminado o curso da vida terrestre, foi assunta em corpo e alma à glória celestial (Pio Xll, Munificentissimus Deus, 1º de novembro de 1950).


Virgindade Perpétua


A virgindade foi um sinal para a Igreja de quem era o Filho de Deus que estava nascendo. Em (Is 7,14), eis que uma virgem conceberá e dará à luz um filho e será chamado Emanuel.


Maria sempre virgem - O aprofundamento de sua fé na maternidade virginal levou a Igreja a confessar a virgindade real e perpétua de Maria, mesmo no parto do Filho de Deus feito homem (cic 499).


Maria permaneceu virgem concebendo seu Filho, virgem ao dá-lo a luz, virgem ao carregá-lo, virgem ao alimentá-lo nos seus seios, virgem sempre (sermões 186, 1-3º de Natal, Santo Agostinho).


Com efeito, assim como nesse sepulcro nenhum morto foi sepultado, nem antes, nem depois, também no seio virginal de Maria, nem antes, nem depois, ser mortal algum foi concebido (Santo Agostinho, de fide et symbolo).




 
 
 

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