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O sinal da cruz

  • Foto do escritor: michelfiorio
    michelfiorio
  • 5 de out. de 2025
  • 1 min de leitura

A história esquecida do sinal da cruz.


  • Oriente: Três dedos unidos (Trindade), dois dobrados (naturezas de Cristo), do ombro direito ao esquerdo.


  • Ocidente: Mão aberta (cinco chagas), da esquerda para a direita.


DOIS GESTOS, UMA MESMA FÉ.


O que hoje fazemos em segundos guarda séculos de tradição.


O sinal da cruz é:


  • Um credo no corpo;

  • Um escudo contra as trevas;

  • Uma proclamação de pertença a Cristo.


A prática remonta há quase 2.000 anos.


No ano 200 D.C., Tertuliano escreveu: "A cada passo, a cada movimento, ao entrar e ao sair... marcamos nossas testas com o Sinal da Cruz."


Os Pais da Igreja exortavam os cristãos a usar o Sinal da Cruz em todo momento... Nas refeições, antes de dormir, ao viajar, no medo, na tentação..." O Sinal da Cruz é uma muralha forte", escreveu São João Crisóstomo.


Origenes: "A Cruz é sinal de vitória contra os espíritos malignos".


São Cirilo: "Traçai-a com ousadia, pois ela afugenta os demônios".


Não era superstição, mas proclamação do triunfo de Cristo.


São Cirilo de Jerusalém (séc IV) exortava: "Seja a Cruz o nosso selo... sobre a testa, sobre o pão que comemos, sobre os cálices que bebemos, em nossas entradas e saídas".


São Basílio Magno chamou o Sinal da Cruz de: "TRADIÇÃO NÃO ESCRITA DOS APÓSTOLOS". Ou seja, sua origem não vem de um costume humano, mas das próprias raízes da Igreja.


Fazer o Sinal da Cruz invocando a Trindade era proclamar: "EU PERTENÇO A CRISTO. EU CREIO NO PAI, NO FILHO, NO ESPÍRITO SANTO". Em tempos de heresia era um credo público;











 
 
 

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